Calcário em Tavira: Como uma rua decide problemas de canalização

Duas casas separadas por dez minutos de carro, ambas com morada no concelho de Tavira, podem receber água com quatro vezes mais calcário uma do que a outra. Numa delas, o cartucho da torneira do duche pede para ser trocado de dois em dois anos e o esquentador vai perdendo força época após época. Na outra, ninguém dá por nada.

Quase ninguém sabe em qual das duas mora. E é esse pormenor, muito mais do que a marca das torneiras, que decide quanto se gasta em canalizações ao fim de dez anos de casa.

Este guia explica o que anda mesmo na água desta zona do Algarve, o que o calcário custa em euros, o que resolve e o que não resolve, e onde acaba a responsabilidade da entidade gestora e começa a sua. Foi escrito a pensar nas casas onde trabalhamos todas as semanas: apartamentos no centro de Tavira, moradias para os lados de Santa Luzia e da Conceição, e as muitas casas que passam meses fechadas.

Qual é mesmo a dureza da água em Tavira?

A Taviraverde publica a resposta, e ela é mais interessante do que um número único. Na maioria das zonas de abastecimento do concelho, a dureza média ronda os 100 mg/L de carbonato de cálcio, o que cai na banda entre macia e média. Nas zonas abastecidas exclusivamente por furos, a média sobe para os 300 a 400 mg/L, ou seja, água claramente dura. O pH médio anda entre 7 e 7,5.

Para se situar, esta é a classificação habitual:

Dureza total (mg/L CaCO3) Classificação O que se nota em casa
Menos de 60 Macia O sabão faz espuma com facilidade, a chaleira aguenta anos limpa
60 a 120 Medianamente dura Película leve no vidro do duche, descalcificar de vez em quando
120 a 180 Dura Crosta visível nos arejadores, chaleira suja em poucos meses
Mais de 180 Muito dura Calcário em tudo o que aquece, aparelhos com vida mais curta

Portanto, uma morada em Tavira não é automaticamente uma morada de água dura. Mas se a sua casa está numa zona servida por furos, ou tem furo próprio, pode estar a receber três ou quatro vezes mais calcário do que um vizinho ligado à rede principal. Nada disto é um problema de saúde: a dureza não é um parâmetro sanitário e a água é controlada ao abrigo do Decreto-Lei n.º 306/2007, na sua redação atual. É um problema de equipamentos, e só.

Para saber onde se enquadra, a Taviraverde publica os resultados das análises trimestralmente, por edital, no site e no atendimento, e pode perguntar qual a zona de abastecimento que serve a sua morada. As perguntas frequentes sobre qualidade da água são o melhor ponto de partida.

Três sinais de que a sua casa está do lado duro

Antes de telefonar seja a quem for, repare nas provas que a casa já lhe anda a dar:

  1. O teste da chaleira. Se o jarro elétrico volta a ficar com fundo branco dois ou três meses depois de ser limpo, a água é dura. Se demora um ano ou mais, não é.
  2. O jato do chuveiro. Olhe de frente para o chuveiro com a água a correr. Furinhos que atiram para o lado, ou que não atiram de todo, são furos entupidos. O mesmo vale para o arejador da torneira da cozinha: desenrosque-o e ponha-o contra a luz.
  3. O teste do sabão. A água dura come a espuma. Se o champô e o detergente da loiça desaparecem sem fazer espuma, e se os copos saem da máquina com um véu esbranquiçado em vez de gotas secas, a culpa é dos minerais.

Um pacote de tiras de teste de dureza custa poucos euros e resolve a discussão em trinta segundos. É também o número que o manual da máquina de lavar loiça pede para regular o sal, coisa que praticamente ninguém chega a fazer.

Quanto custa o calcário, em euros

O calcário interessa porque o carbonato de cálcio é um excelente isolante térmico. E forma-se exatamente onde menos convém ter isolamento: nas superfícies que passam calor para a água.

As estimativas mais citadas na indústria dão a ordem de grandeza. A Carbon Trust aponta que uma camada de 1 mm numa superfície de aquecimento obriga a cerca de mais 7% de energia para o mesmo calor. A British Water fala em perdas na ordem dos 12% de eficiência com 1,6 mm de acumulação. São aproximações, variam com os estudos e com o equipamento, mas o sentido é sempre o mesmo e o mecanismo não está em discussão.

Na prática: a fatura do gás sobe devagarinho, a água quente acaba mais depressa do que costumava, e o aparelho que custou várias centenas de euros chega ao fim de vida anos antes do tempo.

O segundo custo é a avaria. O calcário não se limita a cobrir um permutador de calor, estreita os canais por onde a água passa lá dentro, o que faz subir temperaturas internas e castigar componentes. É por isso que esquentadores muito incrustados não costumam avariar com elegância. Avariam num sábado de agosto, com a casa cheia.

O que o calcário ataca primeiro numa casa algarvia

Pela ordem em que normalmente os encontramos:

  • O esquentador ou o termoacumulador. Os sintomas são água quente que oscila entre escaldante e fria a meio do banho, caudal em baixo e um queimador que liga e desliga mais do que era hábito.
  • Os cartuchos das torneiras. Monocomandos e termostáticas são peças de precisão. O calcário primeiro emperra o manípulo, depois põe a torneira a pingar, depois deixa de permitir fechá-la em condições.
  • Chuveiros e arejadores. Baratos de resolver, fáceis de ignorar, e um bom sistema de aviso prévio para tudo o resto.
  • Resistências da máquina de lavar roupa e da loiça. A mesma física do esquentador, em ponto pequeno e com substituição bem mais cara do que parece.
  • As válvulas do autoclismo. Esta é a cara e ninguém a vê. Uma válvula de descarga incrustada deixa de assentar bem e passa a verter continuamente para a sanita, sem barulho nenhum, capaz de deitar fora centenas de litros por dia.
  • Rega e enchimento de piscina. Eletroválvulas, gotejadores e boias entopem todos. Num jardim com programador, o primeiro sinal costuma ser uma planta seca e não uma poça de água.

Pressão: o problema que se esconde atrás do calcário

O calcário leva com a culpa de muito estrago que foi a pressão que fez. Aqui a legislação portuguesa é bastante concreta. O Decreto Regulamentar n.º 23/95 determina que a pressão máxima em qualquer dispositivo de utilização não deve ultrapassar os 600 kPa, ou seja 6 bar, medida ao nível do solo. As pressões de serviço nos dispositivos devem situar-se entre 50 e 600 kPa, e o próprio regulamento recomenda mantê-las entre 150 e 300 kPa, isto é, 1,5 a 3 bar, por conforto de utilização e pela durabilidade dos materiais. A pressão mínima no dispositivo mais desfavorável é de 100 kPa, e é obrigatória uma válvula redutora no ramal de introdução sempre que a pressão passe dos 600 kPa.

Daqui saem duas conclusões. A primeira: se ninguém nunca mediu a pressão na sua casa, ninguém sabe se ela cumpre. Um manómetro que se enrosca numa torneira custa menos do que um jantar e diz-lhe isso num minuto. A segunda: o mesmo regulamento exige válvulas de seccionamento em mais sítios do que a maioria das pessoas imagina, nomeadamente a montante de autoclismos, máquinas de lavar roupa e loiça e equipamentos de aquecimento de água, e imediatamente antes e depois do contador, além de válvula de retenção e de segurança nos termoacumuladores. Quase de certeza tem mais pontos de corte do que julga. Procure-os num dia calmo, não com os pés dentro de água.

Pressão alta somada a tubagem estreitada pelo calcário é o que transforma uma mangueira flexível debaixo do lava-loiça numa inundação. Essas mangueiras têm prazo de validade, apodrecem por dentro junto aos casquilhos, e são a coisa mais barata de uma casa para substituir por precaução.

O que funciona contra o calcário e o que merece desconfiança

Descalcificador de permuta iónica. É o único sistema doméstico que retira mesmo o cálcio e o magnésio da água. Precisa de sal e de manutenção anual. Instalado, os preços em Portugal costumam começar à volta dos 500 euros e ir até aos 1500 euros ou mais, consoante o caudal e a capacidade. Faz todo o sentido numa casa servida por furo, e quase nenhum a 100 mg/L. Se instalar um, deixe pelo menos uma torneira sem tratamento para beber e cozinhar.

Doseadores de polifosfatos. Um pequeno cartucho montado antes do aparelho de água quente, que mantém os minerais em suspensão em vez de os remover. Barato, sensato como proteção de um equipamento em concreto, e completamente inútil se ninguém trocar a carga no prazo certo.

Condicionadores magnéticos e eletrónicos. Muito publicitados e não retiram dureza nenhuma. A evidência independente sobre a sua eficácia é, na melhor das hipóteses, mista. Se alguém lhe fizer uma demonstração à mesa da cozinha, peça ensaios independentes antes de assinar seja o que for. Vale a pena lembrar que o próprio regulador do setor faz questão de avisar que tratar água que não precisa de tratamento é deitar dinheiro e recursos fora.

Desincrustação periódica. A opção sem glamour, que é a que funciona. Um técnico limpa o permutador ou a cuba durante a manutenção anual, e chuveiros e arejadores ficam como novos depois de uma noite numa taça com vinagre branco ou ácido cítrico.

Uma coisa a não fazer. Anda muito conselho na internet a sugerir baixar a temperatura da água quente para travar o calcário. Num termoacumulador, não desça abaixo dos 60 °C: água armazenada a temperaturas mais baixas cria risco de Legionella. Combata o calcário por outra via e, se o problema for o risco de queimadura, resolva-o à saída com uma válvula misturadora termostática, não baixando o depósito.

Casas fechadas meses: o problema do Algarve

Boa parte das casas do concelho passa semanas ou meses sem ninguém. As casas fechadas avariam à sua maneira, e quase tudo isso se evita.

Sifões secos. Num verão algarvio, a água parada no sifão de uma base de duche ou de um lavatório evapora em poucas semanas. Quando isso acontece, o ralo passa a ser um tubo aberto para dentro de casa. É essa a origem do cheiro a esgoto que recebe os proprietários à chegada, e é por aí que entram os insetos. Antes de fechar a casa, deite um pouco de água em todos os ralos e junte uma colher de óleo alimentar, que fica à superfície e trava a evaporação durante muito mais tempo.

Pressão em cima de coisas que rebentam. Feche a torneira de segurança quando sair por um período longo. Se não for prático, feche pelo menos as torneiras que alimentam a máquina de lavar roupa e a de loiça, porque as mangueiras flexíveis passam esse tempo todo com pressão de rede e a casa sem ninguém.

A armadilha do seguro. As apólices multirriscos habitação foram desenhadas à volta de acontecimentos súbitos e imprevistos. A DECO PROteste chama a atenção para o que costuma ficar de fora: infiltrações lentas, humidade e condensação, e ainda os danos provocados por torneiras deixadas abertas, exceto quando houve corte de abastecimento. Uma fuga lenta que correu três meses enquanto esteve fora é precisamente a conversa que não quer ter com um perito.

No regresso. Conte com barulho e água aos solavancos nas torneiras. A Taviraverde explica que é ar acumulado nas tubagens depois de uma ausência prolongada ou de uma interrupção do abastecimento, e aconselha deixar correr uns minutos até estabilizar. Abra todas as torneiras, puxe todos os autoclismos e dê um ciclo completo ao aparelho de água quente antes de contar com ele.

Como encontrar uma fuga escondida em dez minutos

Não custa nada e esclarece a maioria dos mistérios de uma fatura estranha:

  1. Feche tudo o que consome água, incluindo a máquina de gelo do frigorífico e o programador da rega.
  2. Leia o contador, com atenção ao ponteiro pequeno ou à estrela que marca caudais mínimos. Tire uma fotografia.
  3. Espere trinta minutos sem gastar uma gota. Leia outra vez.
  4. Se a leitura mexeu, feche a sua torneira de segurança, a seguir ao contador, e repita. Se o contador continua a andar, a fuga está entre o contador e a casa, quase sempre no tubo enterrado. Se parou, a fuga está dentro do edifício.

Para o autoclismo em particular: deite corante alimentar no depósito, espere vinte minutos sem puxar o autoclismo e olhe para dentro da sanita. Água colorida na sanita significa válvula a verter. Vale ainda a pena verificar manchas quentes no chão, que denunciam fuga de água quente dentro da laje, e um hidropressor que arranca sozinho sem nenhuma torneira aberta.

Se o contador anda e não consegue localizar a origem, é aí que se chama alguém com equipamento de deteção, em vez de começar a abrir paredes. A nossa equipa faz isso em todo o concelho, através da Tavira Services Plumbing.

Onde acaba a responsabilidade da entidade gestora e começa a sua

Isto apanha muito proprietário desprevenido, sobretudo quem comprou há pouco tempo. O ramal de ligação, que vai da conduta pública até ao limite da propriedade, faz parte do sistema público e é instalado pela entidade gestora. A fronteira é normalmente a válvula de seccionamento colocada na via pública, junto ao limite do lote. Existe ainda uma torneira de suspensão imediatamente antes do contador, essa de uso exclusivo da entidade gestora.

Tudo o que fica a jusante dessa fronteira é rede predial, e a conservação, reparação e renovação são do proprietário. Traduzindo: uma rotura na rua é problema da entidade gestora, uma rotura do seu lado da válvula é despesa sua, e a água perdida por ali é contabilizada pelo contador e faturada a si. O que é, por si só, o argumento inteiro a favor do teste dos dez minutos aqui em cima.

O que o seguro cobre mesmo, e o impresso dos 8 dias

Os danos por água estão sistematicamente entre os sinistros mais participados nas apólices multirriscos habitação em Portugal. A cobertura aplica-se tipicamente a acontecimentos súbitos e acidentais com origem nas canalizações e esgotos do imóvel. O que varia muito de apólice para apólice é se a pesquisa de avaria, isto é, o trabalho de localizar a rotura, e a reposição do que foi partido, azulejos, reboco e pintura, entram na cobertura base ou são vendidas à parte. Confirme isso antes de precisar.

Se a água veio da fração do vizinho, ou se a sua foi a origem, existe um instrumento próprio. Ao abrigo de um protocolo coordenado pela Associação Portuguesa de Seguradores, ambas as partes preenchem e assinam a Declaração Amigável de Danos por Água (DADA) e enviam-na à respetiva seguradora no prazo de 8 dias. Funciona como a declaração amigável dos acidentes de viação: assinar não é assumir culpa, é registar os factos, e cada seguradora trata do seu segurado e depois acerta contas com a outra. Existe precisamente para evitar que estas situações se arrastem dois anos em assembleia de condóminos.

A inspeção de gás de que ninguém se lembra

Já que falamos de água quente, esta é a obrigação que mais vezes encontramos por cumprir nas casas do Algarve. As inspeções periódicas às instalações de gás são obrigatórias e têm de ser feitas por uma entidade inspetora reconhecida pela DGEG:

  • De 5 em 5 anos nas instalações de habitação com mais de 10 anos que não tenham sido remodeladas.
  • De 3 em 3 anos em edifícios de utilização coletiva, onde se incluem as tipologias hoteleiras e de restauração. Se o imóvel tem exploração comercial, confirme em que categoria se enquadra em vez de assumir o prazo da habitação.

O pormenor que apanha as pessoas: substituir ou instalar um esquentador, uma caldeira ou uma placa obriga a uma inspeção extraordinária, e a contagem para a periódica seguinte recomeça nessa data. Pôr um esquentador novo não renova, por si só, o certificado da instalação toda. Se o prazo passar, a DGEG pode notificá-lo para regularizar em três meses, findos os quais o comercializador pode avançar para o corte do fornecimento. Os certificados de habitação são válidos cinco anos, o que também os torna um documento a pedir quando se compra casa.

Calendário de manutenção para uma casa em Tavira

Periodicidade O que fazer
Todos os meses Espreitar debaixo de cada lava-loiça e lavatório à procura de humidade. Abrir torneiras e puxar autoclismos nas casas de banho pouco usadas.
Trimestral Limpar chuveiros e arejadores. Verificar mangueiras flexíveis quanto a ferrugem, inchaço ou humidade nos casquilhos. Fazer o teste do corante em cada autoclismo.
Anual Manutenção do esquentador ou caldeira, com desincrustação. Medir a pressão numa torneira. Verificar a válvula redutora e o vaso de expansão, se existirem. Manutenção do descalcificador.
De 5 em 5 anos Inspeção de gás quando aplicável. Substituir as mangueiras flexíveis por rotina. Em casas com mais de 30 anos, mandar avaliar o estado da tubagem em vez de esperar pela primeira rotura.
Antes de fechar a casa Fechar a torneira de segurança, tratar dos sifões, isolar a alimentação das máquinas e deixar chave com alguém que possa agir se um vizinho der o alerta.

Quando vale a pena chamar um canalizador

Limpar um chuveiro é trabalho de sábado de manhã. Estes não são:

  • O contador anda com tudo fechado e não consegue perceber onde.
  • A temperatura da água quente oscila, ou o caudal caiu de forma clara em todas as torneiras de quente.
  • Pressão medida acima dos 6 bar, ou abaixo de cerca de 1 bar no ponto mais desfavorecido.
  • Qualquer cheiro a gás, ou um aparelho a gás fora do prazo de inspeção.
  • Humidade a aparecer numa parede ou teto partilhado com um vizinho, onde pode ser preciso ativar a DADA.

Somos uma equipa local a trabalhar em Tavira e nas freguesias à volta, e preferimos muito mais ver um problema pequeno em março do que um problema grande em agosto. Pode ver o que fazemos e pedir orçamento em plumbers.taviraservices.pt.

Perguntas frequentes

A água da torneira em Tavira é boa para beber?

É. É tratada e monitorizada ao abrigo da legislação nacional, com resultados publicados trimestralmente, e a dureza não é um parâmetro de saúde. Água dura é um problema de equipamentos, não de segurança. A própria entidade gestora avisa, aliás, contra a compra de sistemas domésticos de tratamento para água que não precisa de ser tratada.

Preciso mesmo de um descalcificador em Tavira?

Comece por saber a sua dureza. Numa zona de abastecimento com média à volta dos 100 mg/L, é difícil justificar o investimento. Numa casa servida por furo, na faixa dos 300 a 400 mg/L, a conta de retorno em vida útil dos aparelhos e em energia já é bem mais séria.

Porque é que a água quente acaba mais depressa do que no ano passado?

A causa mais comum que encontramos é calcário no permutador ou na resistência, que reduz ao mesmo tempo a eficiência e a capacidade útil. Uma desincrustação durante a manutenção anual costuma recuperar quase tudo, desde que não se deixe chegar ao ponto de avaria.

Há uma fuga na rua à porta de casa. Quem repara?

Até ao limite da propriedade, normalmente marcado pela válvula de seccionamento na via pública, é rede pública e o assunto é da entidade gestora. A partir daí, é do proprietário.

A fuga do vizinho estragou-me o teto. O que faço primeiro?

Fotografe tudo, corte a origem se o puder fazer em segurança, e proponha a DADA ao vizinho. Assinam os dois e cada um envia à sua seguradora dentro de 8 dias. A partir daí é a sua seguradora que trata do seu processo, em vez de o mandar discutir com a do vizinho.

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